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Feriado do Carnaval é o mais perigoso do país

Publicado em 11/06/2018

O Carnaval é o feriado mais perigoso nas rodovias do país, de acordo com o estudo “Acidentes Rodoviários e a Infraestrutura”, divulgado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nessa segunda-feira (4). O trabalho relaciona as características da infraestrutura viária apresentadas na Pesquisa CNT de Rodovias 2017 (estado geral, sinalização, pavimento e geometria da via) com a base de dados da PRF (Polícia Rodoviária Federal), considerando todos os acidentes com vítimas registrados em rodovias federais.

De acordo com o levantamento, foram registrados 911 acidentes e 130 mortes no Carnaval de 2008. Os números subiram para 1.145 acidentes e 150 mortes no feriado de 2017. Já o feriado de Corpus Christi ficou em segundo lugar, com 830 acidentes e 107 mortes, em 2008; e 841 acidentes e 91 óbitos, em 2017. O estudo também traz dados dos feriados de Ano-Novo, Natal e Semana Santa. Quando contabilizada a soma de todos os acidentes, em feriados, no período, foi registrado um aumento de 3.281 para 3.303 ocorrências. O número de mortes, entretanto, caiu de 430 para 395.

 

 

Para contabilizar os dados, a CNT considerou todos os acidentes ocorridos na véspera e durante os feriados. A inclusão do dia anterior se justifica pelo alto fluxo de veículos nas rodovias em todo o país. A Confederação comparou, ainda, o número de episódios nos feriados e nos demais dias do ano e constatou o seguinte: os registros de acidentes são mais frequentes nos feriados prolongados. 

“Os dados comprovam que os motoristas devem ficar mais atentos nesses períodos. Mas vale ressaltar que o fator humano não é o único que contribui para a gravidade dos acidentes”, avalia o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista. Segundo ele, “as condições inadequadas e insuficientes de engenharia/infraestrutura também influenciam muito a ocorrência de acidentes, assim como o desenvolvimento urbano não planejado ao longo das rodovias, fatores socioeconômicos, aumento do fluxo de veículos, condições precárias dos automóveis, condições meteorológicas e falta de fiscalização”.

Evie Gonçalves

Fonte: Agência CNT de Notícias.

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